segunda-feira, dezembro 15, 2008

Herança

Eu vim de infinitos caminhos,
e os meus sonhos choveram lúcido pranto
pelo chão.

Quando é que frutifica, nos caminhos infinitos,
essa vida, que era tão viva, tão fecunda,
porque vinha de um coração?

E os que vierem depois, pelos caminhos infinitos,
do pranto que caiu dos meus olhos passados,
que experiências, ou consolo, ou prémio alcançarão?

Cecília Meireles

Hoje só há tempo para isto...

Num dia de São Eusébio, São Faustino e de Gabriel, Regente da Energia da Lua
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