Avançar para o conteúdo principal

A dança da Morte

Parece que uma semana com a Morte não foi suficiente para libertar, transmutar o que é necessário.

Temos assim mais uma semana para aproveitar e dançar ao som da Morte, numa dança libertadora de tensões, numa expulsão de emoções, comportamentos e esquemas mentais caducos, culminando numa catarse redentora.

Caminhemos um pouco mais em direcção à nossa essência. Aproveitemos a energia outonal e deixemos cair por terra aquilo que já não faz sentido. Que os padrões comportamentais apodreçam na humidade da terra e aí, depois da putrefacção, possa então renascer em algo mais belo. Libertemo-nos das formas.

Que a Morte nos acompanhe e que a dança seja suave e leve como uma brisa matinal.

Na segunda hora de Júpiter do dia de Sol, S. Calisto, S. Gaudêncio, S. Donaciano

Comentários

  1. Como sabes, a dança não é bem a minha praia.
    Mas parece que a Morte é a organizadora das festividades deste ano...
    Que assim seja então, aos fins necessários e aos (re)começos.

    beijos sis

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Grata pelas tuas palavras e que o Amor e a Harmonia acompanhem os nossos passos!

Mensagens populares deste blogue

E continuamos na Loucura...

A energia do Louco foi tão forte, tão poderosa que me exige fazer uma leitura diferente das cartas da semana. Então esta jornada do Alegria/Isis levanta o pano e dá voz ao coro. «A energia 10 no início, na posição de Kether, é uma energia de mudança. Esta energia dá uma vontade enorme ao indivíduo de mudar tudo, de tudo virar do avesso na sua vida. É inútil procurar a razão nestas baixas esferas do mental: trata-se de uma determinação irracional, que provem das profundezas do inconsciente, sem que o indivíduo saiba porquê. Ele sabe apenas que deve mudar de vida e fá-lo-á motivado por uma necessidade do ego.  O Pajem anuncia que a Providência nos envia uma criança que já não esperávamos, ou simplesmente a chegada de alguém novo, na nossa vida, e que será uma Providência, ajudando-nos nessa mudança. Mas da mesma forma que temos o adjuvante, temos os oponentes que funcionam da mesma forma, dependendo da nossa capacidade de lidar com as situações, pois claro....

O Grimoire está em FESTA

Hoje, dia 8 de Maio, o Grimoire completa um ano de existência! Por isso a festa hoje vai ser rija!!! Há um ano atrás, era dia de Júpiter e aqui estava eu, onde estou agora, a criar um novo espaço para poder partilhar o que me vai dentro. Às 14.01 saía o primeiro post, a oração para um Novo Caminho, no dia seguinte as Intenções deste espaço. Depois de as reler, creio que aquilo a que me propus foi cumprido, durante este ano saíram 391 partilhas, onde cada dia tentei mostrar o que aprendi e como o aprendi, partilhei tudo o que sabia sem qualquer retracção. As visitas passaram os 15 000, a média diária passou de 14 para 90, mas infelizmente ainda nem todos deixam as suas visões pessoais sobre os assuntos aqui abertos. Todavia, os comentários foram crescendo a olhos vivos, pois desde o dia em que o Viajante aqui apareceu, todos os dias a sua energia era colocada em palavras e as trocas foram sendo possíveis. Ao haver alguém a comentar os outros foram começando a sentir mais coragem para sa...

O que ficou por dizer

Se soubesses o quanto tocaste o meu coração. O quanto o teu rir me contagiou e inspirou a conseguir erguer-me de manhã e sair para um dia cinzento mesmo quando não apetecia. Se soubesses o quanto recordo o brilho dos teus olhos, a alegria com que me encaravas e o desejo espelhado na tua face. Se soubesses... Mas como poderias saber que mudaste a minha vida se eu nunca to revelei. Se cada vez que me apetecia descalçar os saltos altos e sentar-me a teu lado, agarrar-te pela mão e pedir-te: «Ensinas-me como?», o meu lado sério vinha ao de cima e a responsabilidade tomava conta de mim e da minha vontade. Se soubesses como guardo neste coração arrependido as palavras que me disseste e que nem sempre retribui, as vezes que me fizeste rir e o não expressei, as perguntas que me dirigiste e as respostas que te dei, as dúvidas nos teus olhos à procura das certezas nos meus. Se soubesses que me arrependo, o que farias? Dar-me-ias uma nova oportunidade? Teremos ainda...