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A dança da Morte

Parece que uma semana com a Morte não foi suficiente para libertar, transmutar o que é necessário.

Temos assim mais uma semana para aproveitar e dançar ao som da Morte, numa dança libertadora de tensões, numa expulsão de emoções, comportamentos e esquemas mentais caducos, culminando numa catarse redentora.

Caminhemos um pouco mais em direcção à nossa essência. Aproveitemos a energia outonal e deixemos cair por terra aquilo que já não faz sentido. Que os padrões comportamentais apodreçam na humidade da terra e aí, depois da putrefacção, possa então renascer em algo mais belo. Libertemo-nos das formas.

Que a Morte nos acompanhe e que a dança seja suave e leve como uma brisa matinal.

Na segunda hora de Júpiter do dia de Sol, S. Calisto, S. Gaudêncio, S. Donaciano

Comentários

  1. Como sabes, a dança não é bem a minha praia.
    Mas parece que a Morte é a organizadora das festividades deste ano...
    Que assim seja então, aos fins necessários e aos (re)começos.

    beijos sis

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