Ontem às 18:31 chegou a Lua Cheia, momento ideal para celebrar a Deusa Mãe no seu apogeu neste mês de Solstício, onde o Deus Pai chega também ao seu apogeu, fazendo então com que a Água se una ao Fogo e desçam em união à Terra, tornando as colheitas frutíferas.
Nos tempos que correm, onde o grau de dependência da Natureza é menor, pois cada vez mais as coisas podem ser criadas em estufas e laboratórios, os rituais que nos foram passados dos Nossos Irmãos Antigos já não podem ser encarados da mesma forma. Antigamente as pessoas eram completamente dependentes daquilo que a Natureza lhes dava por isso realizavam rituais de agradecimento à Natureza para que esta lhes fosse sempre benfazeja. O ritual que realizei era mais um desses, é o ritual de agradecimento à Lua pela sua Energia e boa vontade sobre as plantações, pois esta altura seria a de se preparem para as colheitas.
Existem ainda locais onde estes rituais se realizam pois ainda há pessoas que dependem da Natureza e lhe prestam homenagem. Contudo, para mim o ritual tem outro objectivo.
Nesta primeira lua cheia de Junho posso, então, aproveitar a Energia da Deusa para me colocar em equilíbrio, quer física quer espiritualmente (unindo a Água e o Fogo dentro de mim) e para que o meu Corpo (Terra) se torne abundante e fértil, através da Criatividade. Assim, passo a considerar que o campo trabalhado durante todo o ano foi o meu interior e é aí que chamo a Energia da Deusa para a tornar fertil.
Realizei este ritual na última hora de Sol, num dia com a energia de Mercúrio e com a Lua Cheia em Sagitário, tive imenso cuidado para não apanhar a Lua em Vazio, ou oculta, pois esta estava em mudança de signo.
O dia que antecedeu o ritual foi fabuloso. De manhã estive a trabalhar em casa e à tarde tinha uma festa de despedida num dos meus locais de trabalho e por isso tinha de chegar mais cedo para pintar os cartazes e enfeitar as latas. Preparámos um mega arraial e tudo estava a correr bem, tirando o facto de que o Karaoke não funcionou e a única coisa que manteve os convidados entretidos era a barraca onde eu estava com o jogo de atirar a bola às latas. O prémio era um abraço pela tentativa e um beijo se conseguissem derrubar todas as latas.
Foi desde as 4.30 às 21.00 da noite sem parar a apanhar as latas do chão, colocá-las em pirâmide e voltar a apanhar as latas do chão e colocá-las em pirâmide. Apesar do massacre ao corpo, eu estava em êxtase, como é delicioso trabalhar com uma equipa que dá tudo o que tem a dar pelo bem dos outros, como é fantástico ver que no meio de tantas tecnologias uma simples brincadeira básica pôde proporcionar tanto divertimento. Era lindo ver as caras dos que conseguiram derrubar todas as latas, era lindo ver as pessoas desinibidas, sem álcool, a cantar no Karaoke. Foi sem dúvida uma preparação fabulosa, como nunca tinha tido, para a realização do ritual. Quando cheguei a casa o cansaço era tal que julguei nem conseguir ter força para o ritual, mas bastou-me olhar para as fotos que tirei, lembrar-me de toda aquela alegria e a Vontade surgiu. Foi maravilhoso. Obrigada!
Nos tempos que correm, onde o grau de dependência da Natureza é menor, pois cada vez mais as coisas podem ser criadas em estufas e laboratórios, os rituais que nos foram passados dos Nossos Irmãos Antigos já não podem ser encarados da mesma forma. Antigamente as pessoas eram completamente dependentes daquilo que a Natureza lhes dava por isso realizavam rituais de agradecimento à Natureza para que esta lhes fosse sempre benfazeja. O ritual que realizei era mais um desses, é o ritual de agradecimento à Lua pela sua Energia e boa vontade sobre as plantações, pois esta altura seria a de se preparem para as colheitas.
Existem ainda locais onde estes rituais se realizam pois ainda há pessoas que dependem da Natureza e lhe prestam homenagem. Contudo, para mim o ritual tem outro objectivo.
Nesta primeira lua cheia de Junho posso, então, aproveitar a Energia da Deusa para me colocar em equilíbrio, quer física quer espiritualmente (unindo a Água e o Fogo dentro de mim) e para que o meu Corpo (Terra) se torne abundante e fértil, através da Criatividade. Assim, passo a considerar que o campo trabalhado durante todo o ano foi o meu interior e é aí que chamo a Energia da Deusa para a tornar fertil.
Realizei este ritual na última hora de Sol, num dia com a energia de Mercúrio e com a Lua Cheia em Sagitário, tive imenso cuidado para não apanhar a Lua em Vazio, ou oculta, pois esta estava em mudança de signo.
O dia que antecedeu o ritual foi fabuloso. De manhã estive a trabalhar em casa e à tarde tinha uma festa de despedida num dos meus locais de trabalho e por isso tinha de chegar mais cedo para pintar os cartazes e enfeitar as latas. Preparámos um mega arraial e tudo estava a correr bem, tirando o facto de que o Karaoke não funcionou e a única coisa que manteve os convidados entretidos era a barraca onde eu estava com o jogo de atirar a bola às latas. O prémio era um abraço pela tentativa e um beijo se conseguissem derrubar todas as latas.
Foi desde as 4.30 às 21.00 da noite sem parar a apanhar as latas do chão, colocá-las em pirâmide e voltar a apanhar as latas do chão e colocá-las em pirâmide. Apesar do massacre ao corpo, eu estava em êxtase, como é delicioso trabalhar com uma equipa que dá tudo o que tem a dar pelo bem dos outros, como é fantástico ver que no meio de tantas tecnologias uma simples brincadeira básica pôde proporcionar tanto divertimento. Era lindo ver as caras dos que conseguiram derrubar todas as latas, era lindo ver as pessoas desinibidas, sem álcool, a cantar no Karaoke. Foi sem dúvida uma preparação fabulosa, como nunca tinha tido, para a realização do ritual. Quando cheguei a casa o cansaço era tal que julguei nem conseguir ter força para o ritual, mas bastou-me olhar para as fotos que tirei, lembrar-me de toda aquela alegria e a Vontade surgiu. Foi maravilhoso. Obrigada!
Para realizar este ritual precisamos de madeira para fazer uma fogueira, uma taça grande e água da nascente, flores silvestres e arruda.
Encerramos o círculo mágico e realizamos o ritual de Abertura, depois podemos prosseguir com o ritual específico.
Virado para Oriente fazer uma saudação e com a vara desenhar um pentagrama no centro do círculo. Dizer:
Aspergir o círculo com a água consagrada e, depois, com a mesma, fazer um sinal na fonte nas mãos.
Passar a mão pelo fogo ou saltar a fogueira e dizer:
Consagrar pão e vinho que será consumido depois da abertura do Círculo.
Realiza-se o ritual de Encerramento e abre-se o Círculo.
Encerramos o círculo mágico e realizamos o ritual de Abertura, depois podemos prosseguir com o ritual específico.
Virado para Oriente fazer uma saudação e com a vara desenhar um pentagrama no centro do círculo. Dizer:
- Senhor do Sol, poderosa luz da Vida, benze as nossas terras como sempre o fizeste. Inunda a Terra com a tua Energia para que as colheitas sejam fartas e fiquem maduras.Mergulhar a vara na água contida na taça e dizer:
- Que a tua Energia mergulhe nesta água , purificando-a e transmitindo-lhe o teu poder de cura para que, com ela, possamos equilibrar as nossas energias e o nosso corpo.
Aspergir o círculo com a água consagrada e, depois, com a mesma, fazer um sinal na fonte nas mãos.
- Senhor do Sol, que ajudaste a gerar a Vida, liberta o nosso corpo das energias negativas e guia-nos no caminho que conduz às Esferas Divinas.
Passar a mão pelo fogo ou saltar a fogueira e dizer:
- Senhor do Fogo, que tudo purificas, limpa-nos das energias negativas que nos envolvem e condicionam, impedindo-nos de avançar no Bom Caminho e dá-nos Força para vencer o Bom Combate.
Consagrar pão e vinho que será consumido depois da abertura do Círculo.
Realiza-se o ritual de Encerramento e abre-se o Círculo.
in, Rituais Antigos para um Mundo Novo – Manual de Magia de José Medeiros
Fiquei muito contente com tudo o que aconteceu antes, durante e depois do Ritual, aconselho a que o realizem pois traz de facto um conhecimento sobre o nosso equilíbrio muito profundo.
Num dia de Júpiter e do Arcanjo Saquiel, de Santa Juliana e de Gervásio
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