Deixemos a nossa criança guiar-nos e tudo será simples...
Hoje, dia 8 de Maio, o Grimoire completa um ano de existência! Por isso a festa hoje vai ser rija!!! Há um ano atrás, era dia de Júpiter e aqui estava eu, onde estou agora, a criar um novo espaço para poder partilhar o que me vai dentro. Às 14.01 saía o primeiro post, a oração para um Novo Caminho, no dia seguinte as Intenções deste espaço. Depois de as reler, creio que aquilo a que me propus foi cumprido, durante este ano saíram 391 partilhas, onde cada dia tentei mostrar o que aprendi e como o aprendi, partilhei tudo o que sabia sem qualquer retracção. As visitas passaram os 15 000, a média diária passou de 14 para 90, mas infelizmente ainda nem todos deixam as suas visões pessoais sobre os assuntos aqui abertos. Todavia, os comentários foram crescendo a olhos vivos, pois desde o dia em que o Viajante aqui apareceu, todos os dias a sua energia era colocada em palavras e as trocas foram sendo possíveis. Ao haver alguém a comentar os outros foram começando a sentir mais coragem para sa...
A criança que há em nós não pode ser oprimida nem esquecida...é tão difícil quando nos esquecemos dela, da sua ingenuidade, da sua pureza..tudo se complica quando tal acontece e tornamo-nos adultos cinzentos, enclausurados em conchas, sobrevivendo em vez de saborear a magia da Vida.
ResponderEliminarSabbat
ResponderEliminaré tão verdade o que dizes. Mas quantas vezes, neste mundo transbordante de informação, nesta sociedade organizada para nos fazer pensar e não sentir, se torna fácil esquecer quem somos e do que temos dentro...
É por isso que às vezes sou nostálgica e me sinto deslocada desta sociedade presente. Cada vez sinto as pessoas mais distantes, mais frias, mais egoístas..menos humanas...será esse o grande desafio da Humanidade? Voltar a cultivar as relações humanas?
ResponderEliminarSerá? Sem dúvida que é grande parte da aprendizagem, mas não creio que seja O desafio.
EliminarTalvez não seja O desafio...talvez seja uma das dimensões a desenvolver nesta Era globalizante, na qual facilmente o pensamento se sobrepõe ao sentimento.
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