terça-feira, janeiro 12, 2010

Amuletos e Talismãs

Antes de partilhar convosco o selo sagrado de cada planeta, gostava de esclarecer a diferença entre amuletos e talismãs.

Um amuleto é algo que usamos para nos dar protecção, normalmente feito de materiais naturais. O talismã, por sua vez, é um objecto criado por nós para atrair algo de que necessitamos.

As jóias foram usadas por todo o tipo de pessoas como amuletos, senão reparem. As tiaras, normalmente feitas de pedras preciosas com poderes diversos, eram usadas pelas Sacerdotisas como amuleto de protecção do chakra da terceira visão, altamente desenvolvido e que deveria ser mantido em equilíbrio.

Os colares de tamanhos diversos podem ser usados para proteger ou o chakra cardíaco ou o plexo solar, reparem nos altos postos das diferentes Igrejas, todos eles usam um colar com símbolos vários. Já os cintos servem para proteger ou equilibrar o centro umbilical.

Os talismãs, esses ajudam-nos a gerir os recursos que temos, podem ser criados para atrair dinheiro, amor ou saúde, o que todos já temos mas às vezes desejamos mais.

Posto isto, hoje deixo-vos os Selos Sagrados dos Sete Planetas que regem os doze Signos. Podem ser feitos por nós, aliás, devem ser feitos por nós numa hora que consideremos indicada e depois energizado ou consagrado em ritual adequado. Para tal precisaremos de uma folha de estanho onde gravaremos os símbolos. A folha de estanho é de fácil acesso, numa papelaria daquelas onde encontramos todo o tipo de materiais será fácil comprar um rolo.

Colocamos o desenho do símbolo sobre a folha de estanho e com uma caneta sem tinta ou um lápis passamos por cima, na folha de estanho ficarão gravados os símbolos, depois é apenas cortar com uma tesoura um círculo e teremos o nosso amuleto ou talismã. Divirtam-se muito!!!

Selo Mágico do Sol
Selo Mágico da Lua
Selo Mágico de Marte
Selo Mágico de Mercúrio
Selo Mágico de Júpiter
Selo Mágico de Vénus
Selo Mágico de Saturno

Deixo-vos com uma citação de Fernando Pessoa que nos diz ser necessário:

«primeiro, sentir os símbolos, sentir que os símbolos têm vida ou alma, que os símbolos são gente.»

Na segunda hora de Marte do dia de Marte, S. Satiro, S. Modesto
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