domingo, março 22, 2009

Reflexão Semanal com a Lua

Antes de mais quero pedir desculpa por não ter havido reflexão a semana passada, mas a verdade é que não apontei as cartas que saíram na quarta e quinta e depois não me lembrei com certeza de quais eram, optei por não publicar a reflexão, mas esta semana tudo correu normalmente.
A semana que acabou, regida pela Lua, recebemos o cavaleiro de Bastões como barómetro de onde deveríamos começar a trabalhar a carta. O cavaleiro dirigiu-nos à liberdade, mostrou-nos que era preciso libertarmo-nos de algo ou alguém para podermos ser livres e construir o nosso futuro.

O que preciso de retirar da minha vida? Quem ou o que me está a reter?

A primeira pista foi para analisar se as escolhas, relações, projectos que temos na vida foram feitos pelo conforto terreno, pela simpatia às pessoas ou pelo acolhimento que delas recebo, pelo status ou pelo reconhecimento. Se depois de as analisarmos compreendermos que precisam de mudar, devemos usar o jogo de cintura para tentar não magoar ninguém, mas tendo como objectivo a procura da nossa Liberdade e sabendo que se não houver outra maneira possível, a nossa Liberdade está em primeiro lugar. Reavaliemos os objectivos que traçámos para a nossa vida, vamos reflectir sobre situações emocionalmente difíceis e ponderemos as mudanças necessárias. Essas mudanças terão a ver com aquilo que recusamos largar, aquilo que mantemos apegado a nós, para se ser Livre não se pode ter amarras. Nas relações amorosas isto pode ser difícil de conseguir, afinal todos precisamos de alguém para nos aturar (rkrkrrkr), mas se houver uma ligação através do verdadeiro amor, tudo se consegue. A primeira coisa que se deve estabelecer são os limites, não é por vivermos juntos que não podemos ter os nossos momentos sozinhos tão importantes para reflexões. Não é por vivermos juntos que não podemos ter actividades diferentes, mas para que isso aconteça, é preciso que deseje ser Livre. Eu sempre fui relutante em relação a isto, pois achava que se assim fosse era porque não amava aquela pessoa realmente. Claro, isto eram julgamentos de alguém que apenas conhecia o Amor como uma forma de Posse e não Livre, que me sentia importante por ser necessária a alguém ou a algo, até que compreendi que ninguém é insubstituível e assim tão importante na vida de ninguém. Acreditem, vale bem a pena encontrar a nossa liberdade individual, olharemos e seremos olhados como se pela primeira vez. Se este trabalho for feito, com aquilo de que nos precisamos libertar, poderemos então expressar o nosso Amor Incondicional que estava adormecido por tantos apegos e amarras. Pode parecer árduo, mas a recompensa será brilhante!
Num dia de São Emídio e de Miguel, Regente da Energia do Sol
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