quarta-feira, maio 28, 2008

As Fadas e os Elementais

Há uns tempos atrás foi-me parar às mãos um livro que se revelou bastante útil, As Forças Vivas da Natureza de Haziel, embora este autor seja mais conhecido pelos seus estudos e publicações sobre Angeologia, também tem livros editados sobre Cabala, Tarot, Astrologia, e sobre este belo tema que infelizmente cada vez mais está remetido para os contos de crianças como fazendo parte de um imaginário e não da realidade. O que de facto é uma pena, pois se conseguíssemos voltar a aprender a conectarmo-nos com esses nossos Irmãos teríamos direito a uma vida muito mais feliz, pois eles estão ao nosso serviço para nos ajudar a reconquistar a felicidade que merecemos, mas só se a mereceremos. Para tal deveremos ultrapassar o simples nível biológico e dar vida ao Espírito. Haziel diz-nos que:

(...) devemos aprender a conhecer e a discernir o verdadeiro, a admirar o belo, a respeitar e a praticar o bem, a bondade. Isto é a civilização: uma educação baseada na honestidade e na gentileza.

Isto para mim foi muito importante pois é aquilo que tento fazer todos os dias, sim tento pois às vezes cometemos erros e o que faço é pedir-me perdão, reconhecer o erro e tentar não voltar a cometê-lo.
Mas o que me levou a adquirir e ler este livro não tinha a ver com isso, eu andava a tentar fazer umas meditações e afirmações diárias para aprender a dominar as quatro energias constituintes do Planeta Terra a saber: a Terra, a Água, o Fogo e o Ar. Estas energias estão presentes em todo o lado e, claro, dentro de nós também, daí a importância de serem dominadas. Era “urgente” para mim aprender a controlá-las, a dominá-las para me dominar a mim, pois cada elemento está associado a uma parte de nós próprios, na mesma ordem que anteriormente: o corpo (Éter Químico), as partes líquidas (Éter Vital), a Vontade (Éter Luz) e o Espírito (Éter Reflector).

Aquilo que anteriormente expus veio como bónus, pois o que pretendia era apenas conhecer as Fadas e os Elementais que governam cada elemento. Este livro ensinou-me, ou relembrou-me (depende da perspectiva), que a Natureza está de facto viva e que sempre que desejar ela lá está para me dar respostas, materializando-se nas Fadas, Gnomos, Ondinas, Salamandras e Sílfides, basta que eu as queira ver. As Fadas são as regentes que se dividem em três categorias: Rainha, Princesa e Dama, sendo elas as responsáveis pela organização das coisas na Terra. Cada uma delas me poderá prestar serviço, para uma solução a curto prazo pedirei ajuda às Salamandras, regentes do Fogo; para uma solução a médio prazo, questões de alguma durabilidade, pedirei ajuda às Ondinas; para uma solução a longo prazo, um problema que se arraste há muito tempo e que a sua solução passe por levar algum tempo, pedirei ajuda às Sílfides, os Gnomos servem para me ajudar todos os dias, pedindo-lhes que me ordenem os átomos e me tornem saudável.
As Advocações às Forças Vivas da Natureza são orações muito fortes que, acreditem, nos ajudam a alcançar os nossos objectivos, por isso aconselho vivamente este livro, que se encontra escrito de uma forma bonita e acessível, mesmo a quem nunca antes tinha ouvido falar destas Forças e Poderes.
Acrescento ainda que podem ser utilizados no início dos Rituais, pois aprendi com o José Medeiros a no início de cada ritual fazer uma oração aos Elementais, que se encontram neste livro, e acreditem que é completamente diferente, pois a casa fica cheia, e se for no exterior ainda é mais impressionante.
Posto isto, desejo que os Gnomos vos sejam favoráveis, que as Ondinas vos purifiquem, que as Salamandras vos mantenham activos e que as Sílfides vos levem os Ventos das Vozes dos Mestres Antigos.
Deixo-vos com uma Oração às Fadas do Ar, que regem os nossos pensamentos de ordem prática:

Fadas mágicas, aladas é para vós que eu elevo a minha Advocação:
Insuflai em mim o Ar do Espírito (chamado em grego pleuma e em hebraico rhua) para que o saber, o conhecimento e a ciência penetrem em meu foro interior.
Fadas da inteligência prática, ajudai-me a gir, em todo o momento, em todo o lugar com bondade e com discernimento; utilmente com sabedoria.
Num dia de Mercúrio, do Arcanjo Rafael e de São Justo
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