terça-feira, dezembro 09, 2008

Aprendizagens...

Estas semanas forma intensas, como sempre, as reflexões são muitas. Há coisas do meu passado que voltaram e que me fizeram ter sonhos com o meu Anjo onde ele me mostrou o que era urgente aprender, por isso, nos próximos dias aparecerão textos onde faço as minhas reflexões.
Hoje quero falar sobre o regresso da minha mestre de meditações. Ela trouxe-me uma mensagem importante “A mim nada me pertence”. Na semana anterior tinha descoberto um código que não permitia a quem usasse o meu blogue copiar os meus textos. Na altura foi um acto impulsivo que me fez usar esse código, deixando a mensagem “Ai…ai…apanhado a copiar!”. Lembro-me que já na altura esse meu acto me fez pensar no que tinha escrito sobre tentar ser um modelo para as pessoas seguirem, mas não lhe dei continuidade. Fiquei apenas pela reflexão de que era uma incongruência em mim, pois tento ser o modelo mas quando alguém me copia fico irritada, não fazia sentido. Porém, com tanta coisa a acontecer ao mesmo tempo, ficou em stand-by.
Depois aparece a frase da Salomé…ficou a bater em mim e por isso a publiquei. Às vezes, quando não estamos muito consciente do que fazemos, temos atitudes intuitivas que mais tarde, se fizermos uma reflexão, nos mostra algo importante. Foi o que aconteceu!
Portante, aqui vai o que me ficou a matutar: crio um blogue para partilhar as minhas aprendizagens e depois impossibilito as pessoas de copiar os textos, não faz sentido! Se o que realmente pretendo é partilhar, todos devem poder usar a minha informação como lhes aprouver. Assim, no Sábado retirei o código e voltou tudo a ser como antes, mas esta minha atitude não podia acontecer sem um texto público onde assumisse o meu “erro”, a minha aprendizagem.
Fica aqui exposto que quem por aqui passar e pretender copias os textos, tem essa liberdade. Se esse seu acto for para o publicar também, sinta-se à vontade para colocar a fonte, ou não. Escrever aqui é algo que requer muito tempo da minha vida, é uma dedicação que me exige organização e empenho, mas é algo que faço com muito prazer. Se a pessoa que utilizar essa informação desejar valorizar essas coisas, muito bem, mas senão…afinal nada me pertence também. A partilha é assim mesmo, damos algo nosso que o outro acaba por receber e a partir desse momento passa a ser dele.
Com esta aprendizagem feita, creio que será mais fácil para mim ver as pessoas a utilizarem expressões que eu uso, como se tivessem sido elas a descobri-las. Talvez eu estivesse a precisar de compreender que dizia uma coisa quando na verdade sentia outra e isso não pode ser, devo tentar ser coerente, estar em harmonia! O que estava por de trás desta incongruência era o valor que temos por criar algo, a obra que fazemos e o tempo que lhe dedicamos, mas afinal não há neste mundo nada que eu possa fazer que outra pessoa já não o tenha feito, não há palavras que eu escreva que outro já não tenha usado, as minhas ideias são me trazidas pelas Sílfides e por isso não me pertencem, assim só me resta partilhar. O meu coração aumentará a sua energia pelo simples facto de dar e o Ego, que precisa de se sentir único, terá de aprender que a forma é diferente, mas o conteúdo será sempre o mesmo.

Num dia de Santa Leocádia, Santa Valéria e de Samael, Regente da Energia de Marte
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